Se você começou a pesquisar o que é Drex, é provável que se deparou com muitas informações técnicas, termos difíceis ou poucas respostas claras. E, diante de algo que envolve dinheiro, mudanças no sistema e tecnologia, é normal sentir dúvida. 

Por isso, antes de qualquer explicação, vale começar com o básico. Neste artigo do Cartão Sam’s Club, vamos explicar o que é Drex e te mostrar por que esse tema vem ganhando tanta atenção das pessoas. A ideia aqui é informar e ajudar você a entender o assunto com segurança!

O que é Drex?

Para entender o que é Drex, vale começar pelo conceito mais simples: trata-se de uma versão digital do Real, criada e regulada pelo Banco Central do Brasil. Ele mantém o mesmo valor da moeda tradicional, sem riscos de volatilidade, já que possui paridade de 1 para 1 com o real físico. E o próprio nome já ajuda a explicar sua proposta:

  • D de digital, porque existe apenas no meio eletrônico;
  • R de real, preservando o lastro da moeda oficial;
  • E de eletrônico, reforçando que não será dinheiro em papel;
  • X, que simboliza a inovação e a tecnologia.

O Drex faz parte do conceito de CBDC (Central Bank Digital Currency), um modelo de moeda digital adotado por bancos centrais ao redor do mundo, em um projeto iniciado em 2020 e que avança para o público a partir de 2026.

Então, o Drex é uma criptomoeda?

Apesar de o Drex usar tecnologias parecidas com a que vemos no universo de cripto, isso não faz dele uma criptomoeda. A principal diferença está em quem cria e controla essa moeda: o Drex é uma iniciativa oficial do Banco Central, com valor atrelado diretamente ao real, na proporção de 1 para 1.

Enquanto criptomoedas como o Bitcoin são descentralizadas e não contam com a garantia de nenhum governo, o Drex é uma moeda digital regulada pelo Estado, seguindo as mesmas normas do sistema financeiro nacional, oferecendo previsibilidade ao usuário.

Como vai funcionar o Drex?

Entendido o conceito, surge a pergunta natural: como o Drex vai funcionar no dia a dia? Embora envolva tecnologias sofisticadas nos bastidores, o objetivo é justamente simplificar a experiência para quem vai usar essa moeda digital.

De antemão, o Drex será baseado em blockchain, o que aumenta a segurança e permite acompanhar cada transação realizada. Com isso, será possível fazer pagamentos, transferências e até operações automáticas, tudo de forma instantânea.

Já para quem usa o banco no celular, pouca coisa muda. O Drex estará disponível em aplicativos de bancos e fintechs autorizadas, com a usabilidade similar ao Pix. Ou seja, por trás há inovação, mas na prática, tudo continuará muito fácil.

Será que o Drex vai substituir o dinheiro?

Mesmo com tantas propostas e mudanças tecnológicas, fique tranquilo (a): o Drex não vem para eliminar o dinheiro tradicional. Pelo contrário, ele foi pensado para funcionar lado a lado com o real físico, como mais uma opção disponível para os consumidores.

Portanto, nada vai mudar de forma obrigatória. Quem prefere o dinheiro em espécie poderá continuar usando, enquanto quem opta por meios digitais terá acesso ao Drex, com a segurança de uma moeda regulada pelo BC.

Em suma, o propósito é ampliar as possibilidades de pagamento e não restringi-las.

E quando o Drex começará a funcionar?

Inicialmente aprovado pelo Banco Central como Real Digital, o Drex teve o seu nome oficial definido em agosto de 2023. Desde então, o projeto passou por duas fases piloto, com a segunda se estendendo até o primeiro semestre de 2025 e contando com a participação de diversas instituições financeiras.

No entanto, esse cronograma foi ajustado pelo próprio BC. Em agosto de 2025, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, confirmou que a primeira versão do Drex estará disponível em 2026, mas com uso restrito a bancos, cartórios e corretores, voltado a processos internos, como a reconciliação de gravames e não ao uso popular de imediato.

Por isso, é importante esclarecer que o Drex não será obrigatório, não substituirá o dinheiro físico e não entrará em vigor de maneira abrupta. A implementação será gradual, respeitando o sigilo bancário e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), antes de qualquer expansão ao público em geral.

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Por que entender o que é Drex?

Compreender o que é Drex desde já é mais do que acompanhar uma novidade: é perceber como o sistema financeiro brasileiro está evoluindo. A proposta, como já frisamos, não é substituir o real físico nem criar riscos desnecessários, mas sim modernizar processos com controle e transparência.

Agora, para quem se interessa por inovação, o Drex abre caminhos para serviços financeiros mais eficientes, pagamentos automatizados e novas formas de lidar com ativos. Mesmo antes do uso em larga escala, conhecer esse movimento coloca você um passo à frente, preparado para um futuro financeiro cada vez mais digital.

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